"Passei por um tempo na minha vida, onde eu era pequena, mas mesmo assim dizia que era o grande o suficiente pra aguentar o amor. Só sabia daquilo que se via nos filmes, aquele frio, chocolate quente e amor, muito amor mesmo. E achava que era daquele jeito. Na verdade era, até a certo tempo e não tinha o frio, era calor, mas muito calor. Talvez seja por isso que não deu certo, né? (rs). Vi, revi, vi novamente tudo o que não tinha pra dar certo e o motivo que eu achei era eu. Talvez dava muito atenção, muito amor e tinha, sei lá, o mimado demais né? Aquela dor era tão grande, que eu sentia o meu peito encolhendo cada a vez mais e eu só chorava, não queria saber de comer, nem fazer nada, nem conversar, fiquei sem fala. Sentia que era pra ser, “é ele e mais ninguém” e não havia nada que tirasse isso da minha cabeça. Sempre fui muito teimosa e quando quero, eu quero mesmo e não adianta. Como diz minha mãe: “Você não pensa antes de fazer.” E é verdade, não penso mesmo. Sei que se pensasse não faria nada do que planejo pra essa vida. Mas voltando ao assunto principal, eu não sei expressar a minha dor pra ninguém, quandos as pessoas vêem a nossa dor elas sentem dó, e eu não preciso que ninguém tenha dó de mim. Eu juro que tentei fazer de tudo, mas era novinha demais pra entender “que essas coisas acontecem”. Pensava toda hora naqueles momentos “frio e chocolate quente” e queria ver o que tinha de errado em tudo e não achava o erro, o motivo daquilo tudo estar acontecendo. Sério, eu poderia ter ficado com ele o resto da minha vida, com  todo aquele amor que sentia mesmo, não iria me importar. Mas sempre fui muito orgulhosa e tentei resolver da forma mais eficaz, nunca mais vê lo. Ajudou muito, me tirou do poço que eu mesmo havia me jogado, até que ele voltou. Não entendi o porque, mesmo depois de tudo, como teve a coragem de voltar? E aquele sentimento veio a tona, como se fosse a primeira a vez e como iria recomeçar novamente, e fiz o melhor que pude. Ah não coração, assim não dá."
- l i b e r d a d e
"Não tenho lá muita paciência para esperar o que virá. Queria ter o roteiro da vida entre os dedos, mas ao mesmo tempo penso: que graça isso teria?"
- Clarissa Corrêa. (via vaporizou)

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